sábado, 27 de agosto de 2011

A experiência com a navegação em Wikipédia e Wikcionário

Navegar pela Wikipédia não é uma novidade pra mim, pois sempre utilizei este recurso em pesquisas e buscas na web. Porém não imaginava que eu mesma pudesse contribuir com meus conhecimentos também, pois sempre pesquisava através de um tema ou alguma dúvida, este momento do curso me fez perceber realmente o que a Wikipédia tem de valor, pois além de podermos pesquisar também podemos contribuir no vasto campo de conhecimentos e informações!

Minha pesquisa foi interessante, um tema como "GED (gerenciamento eletrônico de documentos)", encontrei sua definição e do que se tratava de forma bem sucinta.
Pesquisei outro tema mais amplo como “Ecossistema” e me deparei com um material claro, objetivo, mas de forma mais detalhada, como sua definição, os tipos de ecossistemas, citando até algumas áreas vulneráveis do mundo. Muito bom saber que posso explorar mais ainda dessa ferramenta rica de informações!

Navegar pelo Wikcionário foi ótimo também, pesquisei várias palavras, (das mais estranhas, como as mais comuns) e todas me deixaram seguras de sua definição, sua etimologia.

Definição de Wikipédia e Wikcionário



Wikipédia

Wikipédia, uma enciclopédia livre, escrita em colaboração pelos seus leitores, este site utiliza a ferramenta Wiki, que permite a qualquer pessoa, inclusive a nós, melhorarmos de imediato qualquer artigo, de maneira fácil, pois ele nos dá todo suporte para isso e sem burocracia.
Wiki é uma coleção de muitas páginas interligadas e cada uma delas pode ser visitada e editada por qualquer pessoa, o que torna bastante prático, a reedição e futuras visitas, Wiki é hoje em dia a forma mais democrática e simples de qualquer um, mesmo sem conhecimentos técnicos, contribuir para os conteúdos de uma página Web, sua edição é livre, mas com a liberdade vem a responsabilidade.

Você tem a opção de registrar-se ou não, e há vantagens para quem se registra. A Wikipédia contém uma vasta quantidade de informação sobre os mais variados assuntos, para não dizer todos, é só explorarmos pesquisando através de um tema e começarmos nossa busca.


Qualidades da Wikipédia


Ela é extremamente ousada, tem versões em mais de 200 línguas, incluindo idiomas planejados como o Esperanto; Propõe a massificação do conhecimento (tanto quanto a posse de um computador e o acesso à Internet o permitem); A informação gerada nela é livre e comunitária; Quem acede pode aprender lendo-a; Quem contribui pode aprender escrevendo-a e pode ensinar partilhando-a; A Wikipédia é fruto do trabalho coletivo de todos seus colaboradores, assíduos ou não.



Wikcionário



Wikcionário, um projeto colaborativo para produzir um dicionário poliglota livre em português, com significados, etimologias e pronúncia. O projeto iniciou-se em 3 de Maio de 2004 e tem-se 175 003 entradas na versão em português. Qualquer pessoa pode editar e salvar qualquer definição; não é necessário identificar-se. O objetivo do Wikcionário é descrever todas as palavras de todos os idiomas, com definições e descrições em português, idioma falado em Angola, Brasil, Cabo Verde, Galiza, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor Leste e por diversas comunidades em todo o mundo.

Conceituando hipertexto!



Conforme a Wikipédia, a enciclopédia livre o "Hipertexto" é o termo que remete a um texto em formato digital, ao qual se agregam outros conjuntos de informação na forma de blocos de textos, palavras, imagens ou sons, cujo acesso se dá através de referências específicas denominadas hiperlinks, ou simplesmente links. 


Esses links ocorrem na forma de termos destacados no corpo de texto principal, ícones gráficos ou imagens e têm a função de interconectar os diversos conjuntos de informação, oferecendo acesso sob demanda as informações que estendem ou complementam o texto principal. Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipertexto


Sem dúvidas é um meio eficaz de exploração e manifestação na web, pois nos oferece um leque de possibilidades de informações acerca do assunto da nossa pesquisa e uma ampla interação e conectividade. 


Segundo o site infoescola.com, historicamente a idéia de hipertexto não nasce com a Internet, nem com a web, de acordo com Burke (2004) e Chartier (2002) as primeiras manifestações hipertextuais ocorrem nos séculos XVI e XVII através de manuscritos e marginalia. 

  • Os primeiros sofriam alterações quando eram transcritos pelos copistas e assim caracterizavam uma espécie de escrita coletiva. 
  • Os segundos eram anotações realizadas pelos leitores nas margens das páginas dos livros antigos, permitindo assim uma leitura não-linear do texto. Essas marginalia eram posteriormente transferidas para cadernos de lugares-comuns para que pudessem ser consultadas por outros leitores.


O termo hipertexto foi criado por Theodore Nelson, na década de sessenta, para denominar a forma de escrita/leitura não linear na informática, pelo sistema “Xanadu”. Até então a idéia de hipertextualidade havia sido apenas manifestada pelo matemático e físico Vannevar Bush através do dispositivo “Memex”, porém hoje vem sendo utilizado como ferramenta de aprendizagem na Educação também. 

Theodore Nelson.


O hipertexto está relacionado à própria evolução da tecnologia computacional quando a interação passa à interatividade, em que o computador deixa de ser binário, rígido e centralizador, para oferecer ao usuário interfaces interativas. O termo interativo já pertencia ao campo das artes quando se propunha intervenção do/com apreciador, no entanto o termo interatividade passa a se associar a sistemas da informática, por fazer um contraponto à leitura/escrita das metanarrativas.


O hipertexto vem auxiliar o ser humano na questão da aquisição e assimilação do conhecimento, pois tal como o cérebro humano, ele não possui uma estrutura hierárquica e linear, sua característica é a capilaridade, ou melhor, uma forma de organização em rede. Ao acessarmos um ponto determinado de um hipertexto, conseqüentemente, outros que estão interligados também são acessados, no grau de interatividade que necessitamos. 
Fonte: http://www.infoescola.com/informatica/hipertexto/ 


Para tanto fica clara a importância da utilização de hipertextos no processo ensino-aprendizagem já que a fonte http://www.unicamp.br/~hans/mh/educ.html afirma que no contexto educacional sem nos deixarmos seduzir pela utopia tecnológica poderíamos enumerar, ainda, algumas das vantagens do uso do hipertexto, quando cuidadosamente planejado:



  • sistemas de hipertexto enquanto ferramentas de ensino e aprendizagem parecem facilitar um ambiente no qual a aprendizagem acontece de forma incidental e por descoberta, pois ao tentar localizar uma informação, os usuários de hipertexto, participam ativamente de um processo de busca e construção do conhecimento, forma de aprendizagem considerada como mais duradoura e transferível do que aquela direta e explicita; 
  • uma sala de aula onde se trabalha com hipertextos se transforma num espaço transacional apropriado ao ensino e aprendizagem colaborativos, mas também adequado ao atendimento de diferenças individuais, quanto ao grau de dificuldades, ritmo de trabalho e interesse; -para os professores hipertextos se constituem como recursos importantes para organizar material de diferentes disciplinas ministradas simultaneamente ou em ocasião anterior e mesmo para recompor colaborações preciosas entre diferentes turmas de alunos.

Projeto Tapete Sensorial





Planejamento para eixo de Movimento – Maternais I e II, e Berçários I e II da Educação Infantil
Professora: Fabiana Paredes Nantes
Disciplina: Educação Física

Título: Tapete Sensorial
Âmbito: Conhecimento de Mundo
Eixo: Movimento
Justificativa:

Os sentidos constituem um conjunto de funções que proporcionam à criança uma relação com o meio.  Segundo Santos (2002, p. 105) “... é importante que a criança tenha contato com diversos materiais de diferentes formas, tamanhos, texturas e cores, para que ela possa com a devida segurança manipular, acariciar, apalpar, sugar, morder, lançar ao solo, extrair sons, enfim, explorar múltiplas possibilidades de ação sobre o mundo que a cerca, descobrindo-se, ao mesmo tempo em que descobre as possibilidades de ação sobre os objetos”. 

     Partindo desse pressuposto é que surgiu a ideia de confeccionarmos um tapete sensorial.  Trouxemos materiais diversificados como, tecidos de diferentes texturas, pedacinhos de madeira, espuma, bandeja de ovos, papel celofane, EVA, lixas, plástico bolha...

Conteúdo:

Expressividade: - Reconhecimento progressivo de segmentos e elementos do próprio corpo por meio da exploração, das brincadeiras e da interação com os outros. - Expressão de sensações. Equilíbrio e coordenação:

  • Ampliação progressiva da destreza para deslocar-se no espaço por meio da possibilidade constante de arrastar-se, engatinhar, andar, correr, saltar etc.
Objetivo:

  • Participar da confecção de um tapete para personalizar o ambiente da sala de aula.
  • Explorar sensações a partir da experimentação de movimentar-se sobre o tapete confeccionado;
  • Conhecer diferentes texturas e características próprias de cada material disponibilizado para a atividade;
  • Reconhecer progressivamente o próprio corpo e as diferentes sensações;
  • Apresentar iniciativa para pedir ajuda nas situações em que isso se fizer necessário;
  • Participar e se interessar por situações que envolvam a relação com o outro.
Materiais:
  • Papelão ou TNT medindo aproximadamente 2,50 x 1,00 m, que será a base do tapete. Sugere-se o uso de caixas de papelão de eletrodomésticos desmontados.
  • Caixa de sapato vazia ou saco de tecido;
  • Bandeja de ovos;
  • Plástico bolha;
  • Espuma;
  • Lixas
  • Papel celofane;
  • Cola branca;
  • Fita adesiva.

Atividade motivacional:



CAIXA SURPRESA:
Fotografia: apresentar uma fotografia da caixa surpresa, evidenciando os materiais ali armazenados.



Preparação: Selecionar amostras dos materiais que serão utilizados para a confecção do tapete e guardar dentro da caixa de sapato ou do saco de tecido.
Realização: Convidar os alunos para que se sentem em um círculo e mostrar-
-lhes a caixa. 

Nesse momento, apresentar cada um dos materiais que estão ali guardados.
Comentar que, durante a brincadeira, cada aluno deve abrir a caixa e tocar em um dos materiais, sem olhar qual é. 

Deve, então, contar aos colegas como é o objeto que pegou: se é duro ou mole; áspero ou liso. E se a sensação é agradável ou não.
Proceder à brincadeira, organizando-a de tal modo que cada aluno tenha a oportunidade de realizar a sua experimentação e expor suas impressões sobre o objeto sorteado.



Encaminhamento metodológico (estratégias, procedimentos e métodos):


  1. Disponibilizar todos os materiais e convidar os alunos a confeccionarem um tapete muito especial para a sala de aula;
  2. Favorecer a exploração dos materiais pelos alunos: bandeja de ovos, plástico bolha, espuma, lixa, areia e tecido;
  3. Auxiliar os alunos para que definam uma sequência desses materiais e fixem sobre a base de papelão;
  4. Deixar secar.
    Fotografia: apresentar uma fotografia do tapete sensorial, evidenciando como ele deve ficar depois de pronto.. 
  5. Organizar os alunos em uma fileira. Assim, cada um terá a sua oportunidade para explorar o tapete confeccionado.

Essa exploração pode ocorrer de diferentes formas: caminhando com os pés descalços de maneira lenta ou rápida; engatinhando; engatinhando com os olhos vendados; em duplas de colegas – um deles de olhos fechados e o outro o conduzindo de mãos dadas; arrastando-se de costas e de frente para o tapete; saltando de uma para outra parte do tapete; entre outras possibilidades de deslocamento.
No decorrer das experimentações, utilizar os nomes das partes do corpo que estão em contato com os diferentes materiais do tapete: pés, sola dos pés, mãos, joelhos, pernas. No caso de se arrastarem sobre o tapete, terão muitos segmentos do corpo em contato com ele.
Da mesma forma, aproveitar as diferentes formas de deslocamento para que identifiquem quais materiais são mais macios, quais são mais ásperos, quais são duros e quais são moles.


Culminância:
Registro em câmera fotográfica do tapete sensorial e das crianças, ou mesmo um pequeno vídeo registrando os melhores momentos dessa vivência.


Avaliação: Depois da realização da atividade, organizar os alunos em um círculo formado ao redor do tapete. Propor uma conversa em que os alunos possam expor suas ideias sobre:
  • como foi participar da atividade: se gostaram ou não;
  • qual parte do tapete foi mais agradável percorrer;
  • e qual parte do tapete não foi tão agradável percorrer.
  • Favorecer o levantamento de argumentos para explicar as escolhas acima citadas;
  • Propor que o tapete faça parte do ambiente da sala de aula, combinando um local apropriado para deixá-lo;
  • Averiguar o interesse dos alunos pelo uso do tapete no decorrer dos dias de aula, realizando a reposição dos materiais nele colados ou, então, a substituição por outros materiais que permitam novas explorações e descobertas.



Webquest

1 – O QUE É WEBQUEST?
É uma metodologia de pesquisa orientada, em que quase ou todos os recursos utilizados são provenientes da Web. Foi proposta pelo Professor Bernie Dodge, da Universidade de São Diego, em 1995. Para desenvolver uma WebQuest é necessário criar um site que pode ser construído com um editor de HTML, serviço de blog ou até mesmo com um editor de texto que possa ser salvo como página da Web.
“Webquest é uma atividade orientada para a pesquisa em que alguma, ou toda a informação com que os alunos interagem provém de recursos na Internet” ( Bernie Dodge, 1995).


2 – COMO FUNCIONA UMA WEBQUEST?
Podemos distinguir seis elementos em uma Webquest:Introdução: apresenta as informações básicas aos alunos, orientando-os sobre o que vão encontrar na atividade proposta. Além disso, tem como objetivo despertar o interesse deles para realizar o trabalho, isto é, motivá-los para começar.Tarefa: descreve o que os alunos deverão elaborar ao finalizar o trabalho. Os projetos podem ser uma página Web, uma apresentação em PowerPoint ou uma exposição oral do tema trabalhado (de acordo com o que o professor planejou).Processo: especifica os passos que os alunos devem fazer para concretização da tarefa, incluindo orientações sobre como subdividir as tarefas, detalhes dos papéis que podem assumir cada um dos alunos e estratégias de trabalho.Recursos: disponibiliza aos alunos uma lista de sites Web a serem consultados para a realização do trabalho. Previamente, o professor tem que verificar se esses sites são confiáveis e estão atualizados de acordo com o tema em questão. Essa seleção de sites facilita a navegação pela rede e evita desvios do tema central. Podem ser incluídos outros recursos que não sejam da Internet.Avaliação: nessa parte, são explicados os critérios que serão utilizados na avaliação do trabalho.
Conclusão: corresponde à finalização da atividade. Apresenta um resumo que leva à reflexão da atividade para reconhecer o que foi aprendido

3 – PARA QUE SERVE UMA WEBQUEST?
O principal objetivo da WebQuest é desenvolver a pesquisa dos alunos em sites da Internet com critérios e perguntas especificadas pelos professores. A busca pode ser realizada em grupos ou individualmente, conforme o tempo disponível, o tema curricular abordado e a idade dos alunos.  Contudo, é importante ressaltar que apresenta melhores resultados se realizada em grupos .Pelas Webquests, propõem-se aos alunos a resolução de um determinado problema e, ao finalizar a tarefa, eles expõem de algum modo suas conclusões.

4 – QUAL É A IMPORTÂNCIA DA UTILIZAÇÃO DE  UMA WEBQUEST COM OS ALUNOS?
Um dos princípios importantes na webquest é a autenticidade, ou seja, o aluno deverá ter situações práticas que serão aplicadas na vida cotidiana, justamente por ser uma atividade de aprendizagem que aproveita a imensa riqueza de informações que , dia a dia, cresce na web.

5 – QUE BENEFÍCIOS A REALIZAÇÃO DE UMA WEBQUEST COM OS ALUNOS PODE PROPICIAR?
- Moderniza os modos de fazer educação;
- Garante acesso a informações autênticas e atualizadas;
- Promove a aprendizagem cooperativa;
- Desenvolve habilidades cognitivas;
- Incentiva a criatividade;
- Favorece o trabalho de autoria dos professores;
- Favorece o compartilhar de saberes pedagógicos.


Mapa conceitual